Dallas Steele fucks Dane Hardon on the patio

O corpo de Dallas Steele era um mapa de cicatrizes e tatuagens, cada uma contando uma história de uma luta que ele preferia esquecer. Ex-soldado, agora segurança particular de alto nível, ele era um rochedo de pragmatismo e músculos. Seu mundo era previsível: avaliação de ameaças, rotinas imutáveis, distância emocional. Até que o chamaram para proteger Dane Hardon.
Dane era o oposto. Um astro do rock da velha escola, cujo nome era sinônimo de excesso, guitarras estridentes e letras que desafiavam a autoridade. Mesmo com a carreira em um plateau, sua vida ainda era um furacão de fãs histéricos, festas pós-show e decisões impulsivas. O empresário, desesperado, contratou Dallas para ser a “sombra” de Dane durante sua última turnê, uma presença silenciosa que o impediria de se autodestruir.
O primeiro encontro foi um choque de mundos. Dane, envolto em uma jaqueta de couro e um sorriso desafiador, examinou Dallas de cima a baixo.
— Então você é o carinha durão que vão amarrar em mim? — zombou Dane, servindo uísque puro.
— Meu nome é Steele. E se você beber isso, eu despejo no vaso — respondeu Dallas, a voz tão firme e fria quanto aço.
Dane riu, uma risada rouca que ecoou pelo camarim luxuoso. Era um desafio. E, para sua surpresa imensa, Dallas não recuou. Em vez de discutir, simplesmente tirou a garrafa da mão de Dane com um movimento suave e incrivelmente rápido, e cumpriu a promessa. O som do uísque caro escorrendo pelo ralo silenciou a sala.
A relação começou como um cabo-de-guerra. Dane tentava despistar, provocar, testar cada limite. Dallas era uma muralha, inabalável, prevendo cada um de seus movimentos com uma calma exasperante. Ele arrumava as bagunças de Dane, acalmava os ânimos que ele excitava e, nas madrugadas, quando os demônios do rockstar vinham à tona, Dallas ficava de sentinela, um silêncio sólido na porta do quarto de hotel.
A virada veio em uma noite abafada em Nova Orleans. Uma tentativa de sequestro, orquestrada por um fã obcecado, deixou claro que as ameaças eram reais. No meio do caos, com gritos e vidros quebrados, Dallas jogou Dane no chão, cobrindo seu corpo com o próprio. Dallas levou um golpe de faca no braço, mas neutralizou o agressor. No silêncio súbito e aterrorizante que se seguiu, Dane viu o sangue escorrer pelo braço imóvel de Dallas, mas o olhar do segurança estava fixo nele, buscando apenas ferimentos.
— Por que fez isso? — sussurrou Dane, a voz trêmula, pela primeira vez sem qualquer afetação.
— É o trabalho — respondeu Dallas, mas seu olhar disse outra coisa. Disse “você”.
Naquela noite, no quarto de hotel silencioso, com o braço de Dallas enfaixado, as muralhas caíram. Dane, sem o personagem de rockstar, mostrou o homem por trás: assustado, criativo e incrivelmente solitário. Dallas, por sua vez, deixou escapar o peso que carregava, as memórias de guerra que sua disciplina rígida mantinha sob controle.




