Cuban DY dançava sozinho na praia quando Los Lopez apareceu com um violão desengonçado. “Toca alguma coisa?”, perguntou Cuban. Los Lopez riu. “Só sei uma.” Tocou uma melodia simples, desafinada. Cuban DY começou a dançar de olhos fechados. Los Lopez parou de tocar e apenas observou. “Você é lindo”, disse. Cuban abriu os olhos, surpreso. Sentaram na areia, conversaram sobre medos e estrelas. Los Lopez segurou sua mão. “Posso te ver de novo?” Cuban DY sorriu. “Pode, mas traz outro violão.” E ali, entre notas tortas e risadas, nasceu um amor que não precisava de afinação — apenas de coração.

