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Cuban DY and Carlos Daddy fuck

Cuban DY and Carlos Daddy fuck

Cuban DY vivia de luz: dança, riso solto, gingado que contagia. Carlos Daddy era sombra: ternura discreta, olhar que guarda segredos, mãos que acolhem sem alarde.

Encontraram-se num bloco de carnaval, multidão e suor. Cuban rodopiava. Carlos observava, imóvel.

“Você nunca dança?”, gritou Cuban.

“Danço. Mas só com você.”

Cuban parou, surpreso. Carlos estendeu a mão, tímido. Enquanto o mundo girava, eles aprenderam passo a passo que amor também é isso: o extrovertido que se aquieta e o introvertido que, enfim, sai da parede. E dançaram até o sol raiar.