Cody Seiya fucks Anthony Tse

Cody Seiya vivia de improvisos. Anthony Tse vivia de planejamentos. Eram vizinhos de apartamento e, por ironia do destino, sócios em uma pequena editora que publicava livros que ninguém queria publicar.
— O prazo vence amanhã — disse Anthony, apontando para o calendário impecável na parede.
— O prazo é uma convenção social — respondeu Cody, com a calma de quem nunca viu um relógio.
Anthony suspirou. Era sempre assim: Cody esperava o último minuto, Anthony esperava Cody. Mas aquela noite seria diferente. A gráfica ligou cancelando a tiragem. O único exemplar do livro mais importante deles estava na tela de Cody, que havia sumido.
Anthony passou horas ligando, desesperado. Encontrou Cody na cobertura do prédio, olhando o céu, com o laptop aberto.
— O livro — disse Anthony, ofegante.
— Terminei — respondeu Cody, virando a tela. — Só precisava do céu certo para escrever o final.
Anthony leu as últimas linhas. Era perfeito.
— Você é um desastre — murmurou.
— Você é meu desastre preferido — respondeu Cody.
Entregaram o livro no dia seguinte. Prazo cumprido. Do jeito deles.






