Chris Damned and Wombat Daddy flip fuck

A noite em St. Sebastian’s Alley era um ser vivo, pulsante com batidas eletrônicas subterrâneas e o brilho fosforescente de grafites em paredes sujas. Era o domínio de Chris Damned. Seu nome era um sussurro respeitoso nos corredores da cena industrial. Líder da banda “Veil of Shadows”, ele era a personificação do glamour sombrio: esguio, envolto em couro e névoa de máquina, sua voz um lamento distorcido que falava de abismos interiores. Seu refúgio era um loft escuro, decorado com teias de artifício e a solidão fria do sucesso de nicho.
Do outro lado da cidade, sob a luz suave do sol da tarde, existia o “Burrow”, uma creche alternativa e oficina de marcenaria. Seu núcleo era Wombat Daddy. Ninguém sabia seu nome verdadeiro; ele era simplesmente “Daddy” para um enxame de crianças pequenas que se aglomeravam em suas calças cargo manchadas de tinta. Era amplo, sólido e peludo como o marsupial que adotara como avatar. Seu mundo cheirava a serragem, massa de modelar caseira e pão assado. Enquanto Chris criava sombras, Wombat Daddy construía casinhas de pássaros e estantes em formato de cogumelos.




