Caio Veyron fucks Josh Moore
Caio Veyron ajustou os óculos escuros, observando o sol refletir nas prateleiras empoeiradas do sebo. Não estava atrás de livros, mas de Josh Moore.
Encontrou-o na seção de mapas, com a testa franzida sobre um atlas do século XIX.
“Josh,” Caio chamou, baixinho.
Moore nem levantou a cabeça. “O mapa do tesouro é falso, Veyron. Já conferi a assinatura.”
“Eu não vim pelo mapa.” Caio colocou uma fotografia amassada sobre o livro. Era a imagem de uma garota de tranças, segurando um peixe. “Vim por ela.”
Dessa vez, Josh ergueu os olhos. Seus dedos pararam de traçar rotas imaginárias. Ele reconheceu a cicatriz fina acima do sorriso da menina. A mesma que ele via no espelho todas as manhãs.
“Onde…?” A voz de Moore falhou.
“Ela está em segurança,” Caio garantiu, sentando-se na cadeira oposta. “Mas o passado que vocês duas enterraram? Acabou de desenterrar a si mesmo. E não está sozinho.”
Josh fechou o atlas com um baque seco. O silêncio entre eles era pesado, carregado de histórias não contadas e promessas quebradas.
“Me leve até ela,” Josh finalmente disse, e Caio apenas acenou com a cabeça, já se levantando. A caçada, para ambos, estava apenas começando.




