Caio Veyron fucks Austin Ponce

Caio Veyron vivia em um mundo de precisão. Seu ateliê, escondido em um beco de paralelepípedos, cheirava a óleo e velas. Ele era um relojoeiro, mas não qualquer um. Era o homem a quem se recorria quando um mecanismo era tão complexo e raro que parecia um mistério insolúvel. Suas mãos, calmas e firmes, conversavam com as engrenagens.
Um dia, a porta do seu ateliê se abriu com violência, anunciando Austin Ponce. Austin era o oposto de Caio: energia pura, vestia um casaco de couro surrado e tinha os olhos acelerados, como se sempre estivesse perseguindo ou sendo perseguido. Na mão, trazia um relógio de bolso antigo, de prata, mas com o mostrador estilhaçado e o mecanismo exposto, uma confusão de molas retorcidas.
“Preciso que você conserte isto”, disse Austin, sem preâmbulos, colocando o objeto sobre a bancada de carvalho. “E rápido.”
Caio pegou a peça com extremo cuidado, examinou-a sob a lente. “Este não é um dano comum. Parece que… explodiu de dentro para fora. O que aconteceu?”




