Caio Veyron breeds Sam Ledger

O quarto de motel era apertado, mas suficiente para Caio Veyron e Sam Ledger. Sam, um moreno rabudo de olhos escuros, jogou a mochila no chão e puxou Caio pela camisa. O tesão já era uma chama que queimava desde o bar.
“Você não para de me olhar a noite inteira”, disse Sam, a voz rouca. O sexo gay amador deles sempre começava com essa tensão elétrica.
Caio, dotado e de sorriso safado, desabotoou a calça de Sam com pressa. Libertou o pênis do parceiro, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é viciante”, murmurou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Sam, e a putaria começou com gemidos que preenchiam o quarto.
A transa mudou quando Sam virou Caio contra a cama. A pica de Caio encontrou o caminho, e a foda foi bruta, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Sam pedia mais, e Caio entregava tudo, cada estocada uma declaração de desejo.
O sexo gay deles não era sobre amor, mas sobre pura necessidade. Quando ambos explodiram em prazer, o quarto pareceu desabar.
Sam caiu ofegante. “Você é um monstro”, disse, rindo.
Caio se deitou ao seu lado. “E você adora”, respondeu, beijando sua nuca. A próxima transa já estava marcada no olhar de Sam.



