Burly Bruce Garcia Tops Tight Juicy Bottom Marc Gregor
A névoa matinal cobria o campo de treinamento quando Burly Bruce Garcia surgiu do barracão, arrastando um saco de pancadas com uma das mãos. Com seus quase dois metros de altura e braços grossos como troncos, ele parecia uma montanha em movimento.
— Acorda, Gregor! — a voz trovejou.
Marc Gregor abriu um olho, depois o outro. Estava deitado numa pilha de pneus, usando um deles como travesseiro.
— Já é hora?
— Sempre foi. Levanta.
Gregor espreguiçou-se, os músculos magros estalando. Era o oposto de Bruce — esguio, rápido, silencioso. Mas ninguém o subestimava.
— Hoje é luta livre — Bruce anunciou, amarrando as luvas. — Sem regras.
— Nunca tem regras com você.
Bruce sorriu, um sorriso infantil escondido na barba espessa.
— Por isso você ainda está vivo.
Atacaram-se ao mesmo tempo. Bruce com a força de um urso, Gregor com a velocidade de uma cobra. Rolavam na lama, trocavam golpes, ofegavam.
Uma hora depois, os dois estavam sentados lado a lado, exaustos, a névoa finalmente dissipada.
— Café? — Bruce ofereceu.
— Se tiver pão com linguiça.
— Sempre tenho.
E foram caminhando juntos, montanha e sombra, rumo ao cheiro de fumaça que vinha do barracão.




