Boomer Banks and Mark Blue fuck

O salão do banco Blue & Banks estava estranhamente silencioso naquela tarde de outono, exceto pelo clique irritante da caneta de Boomer Banks contra o balcão de carvalho polido.
“Mark”, ele disse, sem levantar os olhos do relatório que não lia. “Você está fazendo aquele som de respiração pensativa de novo. Pare com isso.”
Do outro lado da sala, atrás de uma escrivaninha impecavelmente organizada, Mark Blue fitava a tela do computador, seus óculos de aro fino refletindo linhas de código verde. “Não estou respirando pensativamente, Boomer. Estou calculando. O algoritmo de investimentos que criei prevê uma volatilidade de 82% no mercado de grãos nas próximas 72 horas. Precisamos realocar os ativos do setor agrícola.”
Boomer soltou um som entre um riso e um grunhido. Ele era um homem de ações tangíveis: empréstimos seguros, hipotecas sólidas, um aperto de firme que estabelecia confiança. “Algoritmo? Eu tenho um ‘algoritmo’ de cinquenta anos chamado instinto. E o meu diz que o velho Thompson vai pagar seu empréstimo para a nova colheitadeira no prazo, como sempre fez. Vejo isso nos olhos dele.”




