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Berk_can34 fucks Kevin Rautenberg (kevrau)

O armazém abandonado na zona industrial era o refúgio perfeito para as criações de Berk_can34. Latas de tinta spray de todas as cores possíveis se espalhavam pelo chão de concreto, e as paredes gritavam com grafites que iam de personagens de anime distorcidos a assinaturas gigantescas e complexas. Berk, com as luvas manchadas de tinta e um boné puxado para a nuca, dava os retoques finais em um mural de uma fênix, suas asas se desdobrando em explosões de roxo e laranja-neon.

— Quase lá… só o brilho nos olhos — ele sussurrou para si mesmo, concentrado.

O som de passos ecoou no espaço vazio. Berk não precisou virar para saber quem era. Apenas Kevin Rautenberg – ou “Kevrau” para os mais íntimos – andava com aquela cadência calma e confiante, como se dono do mundo.

— A paleta de cores dessa vez está mais ousada, Berk. Gostei — disse Kevin, parando a uma distância segura para apreciar a obra. Ele vestia uma jaqueta de brim customizada, cheia de remendos e pins, que contrastava com o visual sujo de Berk.

— É o que acontece quando você rouba a caixa de “rejeitos” da loja de arte — Berk respondeu, sem tirar os olhos da fênix. — E você? Veio só para fiscalizar ou vai sujar as mãos hoje?

Kevin sacou uma câmera analógica antiga, enquadrando o mural contra a luz que entrava por uma claraboia quebrada.

— Alguns de nós documentam a arte, outros a criam. É um ecossistema. Mas essa fênix… ela precisa de um contraponto. Está poderosa, mas sozinha.

Berk finalmente baixou a lata e virou-se, encarando o amigo.

— Contraponto? O que você sugere? Um dragão?

— Algo mais sutil — Kevin apontou para uma parede adjacente, vazia e cheia de mofo. — Um reflexo. A sombra da fênix não sendo uma sombra, mas uma versão desconstruída, talvez até mecânica. A dualidade do mito.

Berk ficou em silêncio por um momento, estudando a parede vazia. Ele odiava admitir, mas a visão de Kevin para a narrativa visual era infalível. Era por isso que a conta do Instagram deles, @Kevrau_Cria, tinha tantos seguidores. As fotos impecáveis de Kevin davam vida e contexto aos murais selvagens de Berk.

— Tá bom, poeta. E como você imagina essa “sombra mecânica”?

Kevin se aproximou, pegando um pedaço de carvão que estava no chão.

— Deixa eu mostrar o esboço. Não faça aquela cara, eu não vou estragar sua parede preciosa.

Com linhas soltas e certeiras, Kevin começou a desenhar na parede mofada. Não era a arte limpa e colorida de Berk, mas um rascunho cheio de alma, uma criatura feita de engrenagens e fios, com a mesma postura da fênix, mas com um vazio onde deveria haver um olho.

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