Benvi and Peter Hooke fuck – The Tune Up

A Cidade das Árvores de Cristal sussurrava, suas folhas tilintando melodias antigas. Benvi, a Guardiã, sentia cada nota, cada rachadura em seu domínio. Mas uma nova dissonância surgira: um som áspero e mecânico, desfiando as harmonias.
O responsável era Peter Hooke, um humano pragmático. Enquanto Benvi fluía com vestes de musgo e luz, Peter vestia um sobretudo prático e carregava ferramentas de medição. Ele não via uma floresta mágica; via uma anomalia física, um fenômeno a ser catalogado.
“Você está matando a música ao tocá-la,” Benvi disse, surgindo do tronco de um cristal.
Peter, surpreso, baixou seu equipamento. “Apenas quero entender.”
Benvi estendeu a mão. Uma folha de cristal se desprendeu, pousando em sua palma. Em vez de melodia, ela projetou imagens: a memória da floresta, sua conexão vital com o solo energético.
Peter viu, e pela primeira vez, suas leituras mortas ganharam vida. A ciência dele não destruía a magia; apenas a descrevia em outra língua.
Ele fechou seu caderno. “Me mostre mais,” pediu, não ao pesquisador, mas ao homem. Benvi sorriu. A floresta cantou um novo acorde, um dueto entre medida e maravilha.




