Beau Butler era um detetive aposentado que vivia em paz até que Sir Armas, um cavaleiro misterioso, apareceu em sua porta com um pergaminho ensanguentado.
— Preciso de um homem que resolva o impossível — disse Sir Armas, com sua armadura manchada de musgo.
Beau bufou. — Cavaleiro, isso é coisa da polícia.
— A polícia não acredita em dragões.
Beau ergueu uma sobrancelha, mas pegou o pergaminho. O caso o levou a uma torre abandonada, onde encontraram nada além de pegadas enormes e uma luva de cetim. Sir Armas a reconheceu.
— É dela. Minha irmã, a Dama Celeste.
Beau estudou a luva. — Ela não foi raptada. Ela *foi*.
Naquela noite, a Dama apareceu, montada na criatura alada. — Perdão, irmão. Eu sou o dragão agora.
Sir Armas empalideceu. Beau, porém, sorriu. — Caso encerrado. Alguém quer chá?

