Beau Butler and Samy Dorgham – fucking for over an hour

O amor deles era uma geografia própria. **Beau Butler**, com seu nome que ecoava campos abertos e uma alma de cortesia antiga, trouxe o chão firme, a constância das estações. **Samy Dorgham** chegou como uma melodia nova, carregando o sol de outros lugares, o calor expansivo de um coração que fala com as mãos e ilumina os cantos.
Beau oferecia a tranquilidade do rio que flui sem pressa; Samy, a vitalidade da chuva que revive a terra. Um construía com paciência, tijolo a tijolo, o lar seguro. O outro pintava as paredes com as cores da risada fácil e da hospitalidade que transforma casa em refúgio.
Juntos, escreveram um dialeto só deles, onde o silêncio confortável de Beau conversava perfeitamente com as histórias animadas de Samy. Encontraram, na aparente diferença, a simetria exata que o coração procura. **Beau e Samy** — duas paisagens que, quando se fundem, criam um território mais rico e completo. Onde um é raiz, o outro é flor. E nesse jardim compartilhado, o amor brota, vigoroso, no simples ato de serem, um para o outro, lar.




