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Aylan Lust and Chezortizz – Hot fuck in Barcelona – kissing, rimming, fucking

O nome da estação era apenas um número, mas todos a conheciam como “A Passagem”. Era um terminal espacial decadente na rota de carga entre os sistemas de Sirius e Procyon, um lugar de metal frio, névoa de óleo e viajantes cansados. Foi lá que Aylan Lust a viu pela primeira vez.

Aylan era uma cartógrafa de buracos de minhoca, uma solitária que passava mais tempo com gráficos de singularidades do que com pessoas. Seu cabelo, do tom de ébano espacial, estava sempre preso de qualquer maneira, e seus olhos cinza refletiam a luz fria das estrelas que ela mapeava. Ela estava no bar da estação, consertando um projetor de coordenadas, quando uma risada a fez olhar para cima.

A risada era áspera, genuína, um som quente e estranho naquele ambiente gelado. Pertencia a Chezortizz, uma mercenária Vespertian. Chezortizz era um contraste vivo: sua pele tinha tons de violeta crepuscular, seus cabelos eram uma crista de fios elétricos azuis, e seus olhos dourados pareciam guardar o calor de um sol distante. Naquele momento, ela estava em uma discussão animada com um comerciante de scrap, gesticulando com uma mão que tinha cicatrizes de queimaduras de plasma.

Seus mundos colidiram naquela noite, literalmente, quando um apagão local mergulhou a Passagem na escuridão. No corredor apertado que levava aos dormitórios, Aylan, carregando seu equipamento delicado, esbarrou em alguém. Peças metálicas caíram no chão, faíscas azuis de estática dançaram no escuro.

“Cuidado, navegadora”, uma voz disse, perto demais. Era grave, envolvente. Era Chezortizz. Ela acendeu uma pequena lanterna de pulso, iluminando o rosto sério de Aylan e seu próprio sorriso torto.

“Desculpe”, murmurou Aylan, ajoelhando-se para juntar seus instrumentos. Uma mão forte, com dedos ágeis, a ajudou. Suas mãos se tocaram ao alcançar a mesma peça, e um choque estático, pequeno e intenso, passou entre elas. Aylan retraiu a mão, surpresa. Chezortizz apenas riu, baixo.

“Parece que geramos nossa própria energia.”

Nos dias seguintes, a Passagem foi colocada em quarentena por uma tempestade de radiação interestelar. Presos, os dois se viram se cruzando com frequência. Aylan, normalmente reservada, descobria-se fascinada pelos mapas que Aylan desenhava de lugares que ela apenas via através dos visores de uma cabine de caça.

“Você desenha não apenas rotas”, disse Chezortizz uma tarde, observando um holograma de um vórtice gravitacional, “mas a beleza delas. Eu só os vejo como obstáculos ou esconderijos.”

“E você”, Aylan respondeu, corando levemente sob a observação intensa da outra, “vive nas paisagens que eu só teorizo.”

A atração era um buraco de minhoca se abrindo entre eles, puxando-os para um centro inevitável. Aylan ensinou Chezortizz sobre a poesia das distâncias cósmicas. Chezortizz mostrou a Aylan a realidade visceral de sobreviver nelas, como cuidar de um ferimento a laser, o gosto do café sintético depois de uma longa vigília.

A paixão deles explodiu no quarto apertado de Aylan, entre esquemas estelares projetados nas paredes. Foi um contraste de suavidade e força, de toques hesitantes e mãos decididas. Foi silencioso e intenso, um universo de sensações contido entre quatro paredes de metal, onde o único som era a respiração ofegante e o zumbido distante dos geradores da estação.

Mas os caminhos estelares são cruéis. A quarentena acabou. A missão de Chezortizz, uma dívida de honor que ela não podia ignorar, a chamava para um sistema distante. O navio de Aylan, com sua equipe de mapeamento, partia na direção oposta, em direção ao vazio silencioso entre galáxias.

A despedida foi no mesmo corredor onde se encontraram. Não havia lágrimas dramáticas, apenas uma tristeza profunda e quieta.

“Eu não tenho um porto”, sussurrou Chezortizz, sua testa encostada na de Aylan. “Minha vida é voar e lutar.”

“E eu não tenho raízes”, Aylan respondeu, sua voz firme mas seus olhos brilhando. “Minha vida é calcular trajetórias.”

Eles trocaram não promessas impossíveis, mas coordenadas. Aylan deu a Chezortizz um pequeno cristal de dados. “São as coordenadas do Coração de Nyx”, ela explicou. “Um ponto instável, bonito e perigoso no espaço. É… minha estrela favorita. Sempre estarei mapeando seus arredores.”

Chezortizz colocou na mão de Aylan um fragmento de sua própria placa de identificação, aquecido pelo contato com sua pele. “Aço de minha primeira nave. Ele sempre aponta para o norte magnético do meu sistema natal. Onde quer que eu esteja.”

Eles se separaram. O universo é vasto, frio e indiferente.

Mas uma vez por ciclo estelar, em um dia arbitrário que ambos marcaram, duas pequenas naves se encontram. Às vezes é em uma estação empoeirada, outras vezes é em órbita de um planeta colorido. É sempre breve. Um jantar. Uma noite. Um toque.

Aylan Lust ainda mapea abismos. Chezortizz ainda luta em guerras que não são suas. Eles não têm um futuro comum. Mas eles têm um ponto no espaço e no tempo, uma coordenada compartilhada no caos do cosmos, onde, por algumas horas, o amor não é uma história grandiosa, mas um porto temporário, perfeitamente mapeado, profundamente guardado. E, por enquanto, no imenso e frio universo, isso é mais que suficiente.

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