Ashton White, conhecido como whiteshton, vivia de olhos fixos nas estrelas. Svinx, a alma inquieta de Igur e Fran, dançava entre códigos e versos.
Numa noite chuvosa, Svinx bateu à porta de Ashton. “Perdi o último trem”, mentiu, só para vê-lo.
Ashton sorriu, abrindo passagem. “As constelações hoje estão confusas. Que bom que veio me explicar.”
Svinx entrou, e entre chá e silêncio, seus mundos se encontraram. O programador apaixonado e o sonhador celeste descobriram que o amor não precisa de mapa — apenas do acaso disposto a ficar.

