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Apolo Adri, Diego Tebas and Liam Arnolds – a threesome

Apolo Adri sempre acreditou que os livros contavam as melhores histórias. Como dono de uma pequena livraria encafuada numa rua de paralelepípedos, ele via os amores épicos, os dramas e os finais felizes como coisas que só existiam nas páginas amareladas. Sua vida era metódica, cheirava a papel antigo e café fresco, e seu coração batia no ritmo calmo das prateleiras empoeiradas.

Até que um dia, o tempo pareceu tropeçar na porta da sua loja.

Diego Tebas entrou como um vendaval de outono, trazendo consigo o cheiro da chuva recente e uma energia que perturbou o silêncio habitual. Era um artista de restauração, contratado para recuperar um afresco secular descoberto na parede do prédio ao lado. Seus olhos, da cor do âmbar, pareciam enxergar histórias não escritas. Ele não falava muito, mas quando olhava para Apolo, era como se lesse todas as páginas da sua alma tranquila.

Os dois se aproximaram devagar. Diego trazia esboços e histórias de séculos passados; Apolo, trechos de poetas e romancistas. Encontraram uma linguagem comum nas pinceladas e nas metáforas, no cuidado com o que o tempo tenta apagar. Um amor silencioso e profundo começou a brotar entre pincéis e livros, uma conexão que parecia tão antiga quanto a arte que Diego restaurava.

Mas toda história tem um conflito.

Liam Arnolds era o passado. Mais especificamente, o passado de Diego. Um colega de faculdade, um amor intenso e caótico que havia se desfeito em cinzas e ressentimento. Liam reapareceu na cidade, famoso agora por seus projetos arquitetônicos modernos e ousados, com um sorriso afiado e o desejo claro de reacender o que havia se perdido. Ele era o oposto de Apolo: barulhento, impetuoso, um arranha-céu tentando sombrear a livraria aconchegante.

Diego se viu no meio de um turbilhão. De um lado, a serenidade promissora com Apolo, um amor que se construía como uma restauração paciente, camada por camada. Do outro, a paixão tóxica e familiar com Liam, que oferecia adrenalina, mas também as mesmas velhas cicatrizes.

A crise explodiu numa noite chuvosa. Liam, em um gesto dramático, confrontou Diego em frente ao afresco quase terminado, exigindo uma decisão. Apolo, que havia ido levar um livro para Diego, testemunhou a cena de longe. Seu coração, acostumado aos finais previsíveis, parou. Ele não era dado a confrontos. Simplesmente virou as costas, acreditando que algumas histórias, como as que lia, tinham finais tristes inevitáveis.

O que Apolo não sabia era que Diego, ao vê-lo ir embora, teve a única certeza da sua vida. A arte que ele restaurara falava de amor eterno, mas era no amor presente e tranquilo que ele acreditava. Correu atrás de Apolo, deixando Liam sozinho sob a chuva, compreendendo finalmente que alguns incêndios devem permanecer apagados.

Encontrou Apolo na livraria, encolhido atrás do balcão, fingindo ler.
— Você não é um capítulo do meu passado, Apolo — disse Diego, ainda ofegante, suas mãos sujas de tinta segurando o rosto do livreiro. — Você é a dedicatória da minha obra inteira. A página em branco onde eu quero escrever tudo, daqui para frente.

Apolo olhou para aqueles olhos âmbar e viu, pela primeira vez, que a melhor história não estava em nenhum dos livros que vendia. Estava ali, imperfectível, real e sua.

Liam partiu na manhã seguinte, deixando para trás a cidade antiga e seus fantasmas. O afresco foi concluído, contando uma história de séculos. E ao lado dele, a livraria de Apolo Adri permaneceu, com seu dono agora menos sozinho.

Diego e Apolo aprenderam que o amor não é sobre apagar o passado, mas sobre restaurar com paciência os próprios corações, encontrando, nas camadas mais profundas, um desenho que sempre esteve ali, apenas esperando a luz certa para ser visto. Juntos, escreveram um novo começo, não em páginas de papel, mas no ritmo compassado dos seus dias, agora compartilhados.

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