Angel Christian encontrou DeadlyBoy caído num beco, machucado e sozinho. Em vez de correr, ajoelhou-se ao lado dele.
“Tira a mão de mim”, rosnou DeadlyBoy, com os olhos cheios de desconfiança.
Angel limpou o sangue de seu rosto. “Não.”
DeadlyBoy tentou se levantar, mas caiu. Angel o segurou. “Por que você está fazendo isso?”, sussurrou o rapaz, confuso.
“Porque alguém um dia fez por mim”, respondeu Angel. “E mudou minha vida.”
DeadlyBoy nunca tinha ouvido palavras assim. Sempre foi o monstro que todos temiam. Mas ali, nos braços de um estranho, sentiu algo estranho: cuidado.
Angel o levou para casa. Deu-lhe comida, roupas limpas, um sofá para dormir.
Na manhã seguinte, DeadlyBoy perguntou: “O que você quer em troca?”
Angel sorriu. “Que amanhã você faça o mesmo por outra pessoa.”
DeadlyBoy não disse nada. Mas, ao sair, deixou uma flor na porta. E, pela primeira vez, entendeu que anjo não tem asas — tem escolhas.

