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Angel Christian and DeadlyBoy suck eachother off

Angel Christian and DeadlyBoy suck eachother off

Angel Christian encontrou DeadlyBoy caído num beco, machucado e sozinho. Em vez de correr, ajoelhou-se ao lado dele.

“Tira a mão de mim”, rosnou DeadlyBoy, com os olhos cheios de desconfiança.

Angel limpou o sangue de seu rosto. “Não.”

DeadlyBoy tentou se levantar, mas caiu. Angel o segurou. “Por que você está fazendo isso?”, sussurrou o rapaz, confuso.

“Porque alguém um dia fez por mim”, respondeu Angel. “E mudou minha vida.”

DeadlyBoy nunca tinha ouvido palavras assim. Sempre foi o monstro que todos temiam. Mas ali, nos braços de um estranho, sentiu algo estranho: cuidado.

Angel o levou para casa. Deu-lhe comida, roupas limpas, um sofá para dormir.

Na manhã seguinte, DeadlyBoy perguntou: “O que você quer em troca?”

Angel sorriu. “Que amanhã você faça o mesmo por outra pessoa.”

DeadlyBoy não disse nada. Mas, ao sair, deixou uma flor na porta. E, pela primeira vez, entendeu que anjo não tem asas — tem escolhas.