Andolini XXL, Tommy Bisex – Gogo Dancer In Lyon

Na cena noturna de Neon Harbor, duas lendas se moviam em esferas opostas: **Andolini XXL**, o impiedoso chefão da máfia cujo nome era sussurrado com medo, e **Tommy Bisex**, o artista performático que pintava a cidade com cores de liberdade e desafio.
Andolini governava com punhos de ferro e gelo no olhar. Tommy dançava nas ruas, um furacão de purpurina e verdade, desafiando todas as caixas em que a cidade tentava colocá-lo.
A guerra começou com um mural. Tommy pintou um enorme ícone de poder queer, sorrindo, na lateral do cassino de Andolini. O chefe viu não um vandalismo, mas uma declaração de guerra contra seu mundo de sombras e controle.
Enviou seus capangas. Tommy, porém, não era um alvo fácil. Ele usou a cidade como palco, transformando cada perseguição em uma performance pública, expondo a brutalidade de Andolini à luz dos holofetes.
O confronto final ocorreu no telhado do cassino. Andolini, armado, cercou Tommy. “Você acabou”, rosnou.
Tommy sorriu, sem medo. “Você só controla o que as pessoas temem. Eu ensino elas a não terem medo.”
Naquele momento, as luzes de Neon Harbor se voltaram para o telhado, iluminados por uma multidão que Tommy inspirara. Andolini XXL, pela primeira vez, sentiu-se pequeno. Ele não perdeu para um exército, mas para uma ideia indomável. Tommy acenou para a multidão, uma silhueta vibrante contra o céu noturno, provando que a verdadeira força é fluida, não rígida.




