Anderson Parker fucks Marco Polo

Anderson Parker desceu do trem na estação vazia, com a mala na mão e um endereço rabiscado num papel. Marco Polo o esperava no banco da plataforma, como prometido.
— Você veio mesmo — disse Marco Polo, levantando-se.
— Disse que viria — respondeu Anderson Parker.
Caminharam pela cidade pequena em silêncio, até chegarem a uma casa antiga de portão azul. Marco Polo abriu e fez sinal para entrar.
— É aqui que ela morava? — perguntou Anderson Parker.
— É. E é aqui que estão as cartas.
Sobre a mesa da sala, uma caixa de madeira guardava dezenas de envelopes amarelados. Anderson Parker abriu o primeiro e reconheceu a letra.
— Meu Deus — sussurrou.
— Eu avisei que era sério — disse Marco Polo.
Anderson Parker leu por horas, enquanto Marco Polo preparava café. Cada carta revelava uma parte da história que nenhum dos dois conhecia.
— O que fazemos agora? — perguntou Anderson Parker, por fim.
Marco Polo olhou pela janela, o sol se pondo atrás das montanhas.
— Contamos a verdade. Custe o que custar.
Anderson Parker assentiu, guardando as cartas com cuidado.



