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Ander Viking breeds Jack Wolf

O vento soprava gelado sobre as Planícies de Aço, um deserto de metal retorcido e concreto quebrado, onde o sol era um disco pálido atrás de uma cortina de fumaça perpétua. Ander Viking era um mercenário, um homem tão largo quanto um portão, com uma barba entrançada como a corda de um navio e braços que podiam dobrar placas de blindagem. Ele era a força bruta personificada, um remanescente de uma era mais simples, quando os problemas podiam ser resolvidos com um machado. Agora, ele vendia sua força para sobreviver.

Jack Wolf era um rastro, um fantasma. Ele se movia pelas ruínas não com força, mas com uma agilidade sobrenatural, seu corpo esguio envolto em uma capa remendada de tecido de camuragem ativa. Seus olhos, de um amarelo quase dourado, viam no espectro completo, captando assinaturas de calor e traços de energia. Ele era um caçador de relíquias, um colecionador de segredos digitais e peças de tecnologia perdida. Ninguém sabia de onde ele vinha, apenas que ele era tão imprevisível e perigoso quanto as próprias ruínas.

Seus caminhos se cruzaram no coração da Zona Morta, ambos atrás do mesmo prêmio: o Núcleo de Íris, uma peça de tecnologia antiga que supostamente podia purificar qualquer toxina. Para Ander, era uma recompensa. Para Jack, uma obsessão.

Ander encontrou Jack primeiro, encurralado por uma matilha de Scavengers mutantes. Em vez de esperar para pegar os restos, Ander entrou no combate. Seu martelo de força hidráulica esmagou o primeiro mutante com um baque surdo, dando a Jack a abertura que ele precisava. Lâminas de energia saindo de seus pulsos, Jack dançou entre os outros, um turbilhão de movimentos precisos e letais.

Quando a poeira baixou, eles ficaram de costas uma para a outra, cercados por corpos.

“Eu não precisava da sua ajuda, Viking”, Jack rosnou, suas lâminas se retraindo.

“O mundo é mais fácil quando se divide o trabalho, Wolf”, Ander respondeu, a voz um rosnado grave. “Você é rápido. Eu sou forte.”

Foi uma parceria de conveniência. Ander era o martelo, quebrando barreiras e absorvindo dano. Jack era o bisturi, desarmando armadilhas e abrindo fechaduras. Eles raramente falavam, comunicando-se com grunhidos, gestos e o linguagem compartilhada da sobrevivência.

Ander aprendera que os olhos de Jack piscavam em uma sequência específica antes dele atacar. Jack descobrira que o ombro esquerdo de Ander ficava levemente mais tenso um segundo antes dele dar um golpe devastador. Eles se moviam como duas partes de uma mesma máquina mortal.

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