Cuban DY vivia de ritmo: dança nos pés, riso no peito, gingado que desafia a gravidade. Josh Heredia era poesia parada: olhar denso, livros debaixo do braço, silêncio que pesa.
Numa biblioteca, Cuban entrou fazendo barulho. Josh ergueu os olhos, sério.
“Você é um furacão.”
“E você, um sono. Dança comigo?”
“Não danço.”
Cuban puxou sua mão. “Aprende agora.”
Josh tentou resistir, mas os quadris traíram. Descobriu, surpreso, que seu corpo sabia coisas que seus livros não ensinavam. E ali, entre estantes e passos tortos, o quieto rendeu-se ao barulho — apaixonadamente.

