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Alex Myers and Opash (Ashton Wright) jerk eachother after wrestling

Alex Myers and Opash (Ashton Wright) jerk eachother after wrestling

Claro, aqui está uma pequena história de amor para Alex Myers e Opash.

O mundo de Alex Myers era ordenado, previsível e silencioso. Sua livraria, “O Página Rara”, era um refúgio de cheiro de papel envelhecido e clássicos encadernados em couro. Ele era metódico, um homem que acreditava que cada história já tinha sido escrita.

Tudo mudou numa terça-feira chuvosa, quando uma mulher irrompeu na loja como um turbilhão de cores e sons. Seu nome era Opash, e ela era tudo menos previsível. Cabelos cacheados escapavam de um coque desalinhado, suas roupas eram uma mistura de tecidos étnicos e ela carregava o cheiro doce de incenso e aventura.

Opash não procurava por clássicos. Ela perguntou, com olhos brilhantes, se ele tinha mapas de lugares imaginários ou diários de exploradores que nunca existiram. Alex, intrigado pela absurda solicitação, balançou a cabeça negativamente. Mas, em vez de ir embora, Opash sorriu e disse: “Que pena. Então vou ter que contar as minhas próprias histórias.”

E foi o que ela fez. Naquela tarde, sentada no chão entre as pilhas de livros, Opash descreveu para Alex a cidade flutuante de Zephyria, construída em nuvens tecidas, e a Floresta Sussurrante, onde as árvores guardam segredos milenares. Alex, inicialmente cético, viu suas prateleiras ordenadas se transformarem em portais para mundos fantásticos.

Os encontros tornaram-se rotina. Opash chegava com um novo conto, e Alex oferecia um chá em xícaras de porcelana. Ele, aos poucos, aprendeu a linguagem do caos criativo dela. Ela, por sua vez, descobriu a quieta força e a paciência que habitavam Alex. Ele era a âncora que ela, uma alma livre, nunca soube que precisava. E ela era a tinta colorida que faltava nas páginas em branco da vida metódica dele.

O amor não foi um clímax dramático, mas uma transição suave. Foi Alex encontrar, um dia, um pequeno mapa desenhado à mão deixado sobre o balcão. Era um coração, com uma estrada sinuosa que ligava “O Página Rara” à “Imaginação de Opash”. No verso, estava escrito: “A melhor história ainda está para ser escrita. A nossa.”