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Alesio Vega Gangbang Part 1 – RFC

O vento quente do deserto cantava uma melodia antiga, rodopiando a areia em redemoinhos efêmeros aos pés de Alesio Vega. Ele estava ajoelhado na sombra raquítica de um penhasco de rocha vermelha, seus dedos desenhando círculos na terra ressecada. Na sua frente, repousava um pequeno objeto de cerâmica, desenterrado horas antes de um velho sítio de fundação. Era um fragmento de um vaso, pintado com um padrão geométrico que há muito tinha sido apagado pelo tempo.

Alesio não era um arqueólogo comum. Enquanto seus colegas mediam, catalogavam e teorizavam, ele sentava. Ele fechava os olhos, deixava o sol queimar suas pálpebras e tentava escutar os ecos que o tempo havia deixado para trás.

Seus superiores na universidade toleravam seus métodos com um misto de irritação e fascínio. “Vega e suas ‘sensações’,” diziam, balançando a cabeça. Mas não podiam negar os resultados. Foi ele quem insistiu em cavar no local exato onde encontraram os restos da cidade perdida de Irati, guiado apenas por um sonho recorrente com águias de pedra.

Agora, com o fragmento de cerâmica na palma da sua mão, Alesio sentia uma inquietação diferente. Não era a empolgação de uma descoberta, mas um peso frio e persistente. Uma sombra. Ele via, em flashes desconexos, não as mãos habilidosas de um artesão, mas mãos trêmulas, apressadas. Via o vaso não sendo pintado, mas sendo escondido. Soterrado às pressas.

Ele abriu os olhos. O deserto estava imóvel, dourado sob o sol da tarde. Mas Alesio sentia o frio. Ele se levantou, varreu a poeira das calças e caminhou até a borda do penhasco, olhando para o vale abaixo.

Os outros membros da expedição estavam no acampamento-base, organizando os achados do dia. Riam, compartilhavam água. A vida normal.

Alesio pegou o rádio.
“Base, é o Vega.”

A voz crackled de volta. “Vai, Alesio. Encontrou mais algum tesouro?”

“Vamos empacotar tudo. E vamos fazer isso rápido.”

Houve um silêncio no outro lado. “O quê? Porquê? A luz ainda é boa, temos pelo menos duas horas.”

Alesio olhou para o céu, que estava de um azul imaculado.
“Uma tempestade vem aí,” ele disse, sua voz calma mas final.

“Tempestade? Vega, o céu está limpo. A previsão não indicava…”

“É uma tempestade de areia,” interrompeu Alesio, seus olhos fixos no horizonte, onde o ar parecia começar a tremer. “Uma grande. Vai chegar em menos de uma hora.”

Do acampamento, ele podia ver as figuras minúsculas parando seus trabalhos, olhando para o céu, depois para o penhasco onde ele estava. Ele sabia o que estavam a pensar. As ‘sensações’ do Vega.

Mas ele também sentia outra coisa agora, além da tempestade. Sentia o alívio antigo do dono do vaso, há séculos atrás, por ter escondido seu tesouro antes que os saqueadores chegassem. A tempestade que sepultou Irati estava prestes a regressar.

Sem discutir mais, as figuras no acampamento começaram a mover-se com urgência, recolhendo tendas e equipamentos.

Alesio Vega ficou no penhasco, o fragmento de cerâmica seguro na sua mão, uma ponte silenciosa entre um passado apavorado e um presente salvo. Ele não precisava de radar ou satélites. Ele só precisava de silêncio, e de ouvir o deserto sussurrar os seus segredos.

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