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A good massage needs more than one cock – Sir Peter, Saul SensualMassage and John Brachalli fuck

O sol da tarde tingia de ouro velho as vidraças altas da biblioteca do **Clube dos Cavalheiros de São Júlio**. O ar cheirava a couro envelhecido, papel antigo e um discreto aroma de uísque Single Malt. Era um santuário de tradição, silêncio e histórias já contadas.

**Sir Peter**, um homem na casa dos setenta cuja postura ainda desafiava a gravidade, folheava um tratado de falcoaria do século XVIII. Seus dedos, finos e nodosos, viraram uma página com reverência. Ele era a própria coluna vertebral do clube, um bastião de etiqueta e conhecimento obscuro.

A paz foi quebrada não por um som, mas por uma sensação. Uma vibração suave, quase imperceptível, que fez o cristal do candelabro tilintar levemente. Sir Peter franziu o cenho, sem levantar os olhos do livro. Sabia o que – ou quem – era.

Poucos minutos depois, as portas duplas da biblioteca se abriram com um leve ruído. Entrou **Saul SensualMassage**. O contraste era quase cômico. Saul vestia um casaco de seda bordado sobre uma camisa aberta no peito, calças justas e sapatos de couro macio que não faziam um só ruído. Seus movimentos eram fluídos, felinos, como se deslizasse sobre um piso de nuvens. Ele carregava uma maleta de couro italiano de aparência suave.

“Sir Peter,” saudou Saul, sua voz um meliflua barítono que parecia fazer massagem nas palavras. “Espero não estar interrompendo um momento de profunda reflexão.”

“Interrompeu, Saul,” respondeu Sir Peter, secamente, finalmente olhando por cima dos óculos. “Sua aura de… *bem-estar*… precede-o como um trovão distante. O que o traz ao meu santuário de silêncio? O Conde de Wessex cancelou sua sessão de realinhamento de chakras?”

Saul sorriu, um sorriso que prometia alívio para todas as tensões do mundo. “Nada tão mundano, querido Peter. Vim por uma questão de… saúde do clube. Há uma energia de bloqueio no salão de bilhar. O fluxo natural das bolas está prejudicado pela estagnação do *qi* nas bolsas dos cantos. Precisa ser tratado.”

Sir Peter suspirou profundamente. “O salão de bilhar precisa de um pano de gulose e um nivelamento da mesa. Não de *qi*.”

Antes que Saul pudesse contra-argumentar com sua retórica sedosa, um terceiro homem irrompeu na biblioteca. Era **John Brachalli**. Se Saul era fluidez, John era ângulo reto. Vestia um terno cinza impecável, mas funcional, e seus olhos azuis claros varriam a sala com a eficiência de um scanner. Ele carregava uma pasta de alumínio.

“Sir Peter. SensualMassage,” cumprimentou John, com um aceno de cabeça preciso. Sua voz era clara, factual, sem ornamentos. “Desculpe a intromissão. Os sensores de umidade instalados na adega detectaram uma variação de 0,7% acima do ideal para os Bordeaux de ’45. Há uma microfissura no isolamento da parede leste. Pequena, mas crítica. O sistema projetou três soluções com diferentes custos-benefícios. Preciso da sua autorização para prosseguir com a opção B.”

Sir Peter olhou de um para o outro. De um lado, o sumo sacerdote do equilíbrio energético, preocupado com o *qi* das bolas de bilhar. Do outro, o arquiteto da perfeição física, combatendo uma fissura microscópica com a frieza de um general. Era mais do que sua antiga alma aristocrática podia suportar.

“Senhores,” disse Sir Peter, fechando seu livro com um baque definitivo. “Este clube foi fundado em 1782 por homens que discutiram filosofia, política e a arte da guerra entre uma garrafa de Porto e um bom charuto. Eles construíram este lugar sobre alicerces de pedra, carvalho e ideias. Não sobre *qi* ou algoritmos de controle de umidade.”

Ele levantou-se, apoiando-se firmemente na bengala com cabo de prata.

“Saul, suas intenções de… harmonização… são, sem dúvida, bem-intencionadas. Mas o único fluxo que precisa ser equilibrado no salão de bilhar é o de conhaque para os perdedores. John, sua dedicação à preservação é admirável. Mas os vinhos de ’45 sobreviveram a uma guerra mundial. Sobreviverão a uma variação de 0,7%. A alma de um lugar como este, senhores, não reside na perfeição de seu ambiente, mas nas imperfeições de suas histórias. Nos arranhões nas mesas, no cheiro de fumaça preso nas cortinas, no leve desnível do assoalho que nos lembra que o mundo não é plano.”

Houve um silêncio. Saul parecia ligeiramente ofendido, como se Sir Peter tivesse recusado uma massagem nos pés dos deuses. John calculava mentalmente a probabilidade de o discurso do velho cavalheiro afetar a integridade estrutural do edifício.

Foi John quem quebrou o silêncio. “Entendido, Sir Peter. No entanto, a opção B é a mais conservadora e discreta. Não altera a estética. Pode ser executada após o expediente. Preserva a história *e* o vinho.”

Sir Peter olhou para ele, e depois para Saul, que já se recuperava, ajustando o punho de seda de sua camisa.

“Vejo que a pragmática moderna e a… espiritualidade contemporânea… são forças tão inamovíveis quanto a minha teimosia,” resignou-se Sir Peter, com um suspiro. “Muito bem. John, faça o que precisa ser feito. De forma discreta. Saul… limite suas energias ao spa. E por ‘spa’, quero dizer o banheiro turco, que já existe desde 1903 e, posso garantir, tem *qi* mais do que suficiente.”

Os dois homens mais novos se entreolharam, um comum acordo silencioso passando entre o mestre da eficiência e o mestre do relaxamento. Eles haviam sido derrotados, mas também, de alguma forma, tolerados.

Sir Peter sentou-se novamente, reabrindo seu livro. A invasão do mundo moderno – com suas vibrações e sensores – havia sido contida, por ora. E enquanto a luz do fim da tarde se aprofundava, ele sorriu levemente, imaginando o que os fundadores do clube teriam dito sobre massagem tântrica e termostatos inteligentes. Provavelmente algo muito rude, e em latim. E isso, pensou Sir Peter, era uma tradição que valia a pena preservar.

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