Kayden Gray and Douglas Smith fuck

Kayden Gray era um detetive particular dotado de uma memória fotográfica e um faro incomum para mentiras. Douglas Smith, seu cliente, era um homem rabudo e nervoso, que suava só de entrar no escritório.

— Preciso que o senhor encontre minha esposa — disse Douglas, torcendo o chapéu entre as mãos.

Kayden anotou os detalhes: a mulher desaparecera após uma briga sobre sexo, dinheiro e um segredo antigo. Quanto mais Douglas falava, mais o detetive percebia contradições. O homem dizia uma coisa, mas seus olhos diziam outra.

Kayden seguiu pistas por três dias. Descobriu que Douglas não era a vítima, mas o algoz: a esposa fugira por medo. Quando confrontou o cliente, o rabudo tentou blefar, mas Kayden já tinha as provas.

— O senhor me contratou para encontrar uma pessoa — disse Kayden, frio —, mas encontrei um covarde.

Douglas empalideceu. Tentou suborná-lo, ameaçá-lo, mas o detetive era dotado de algo que o dinheiro não comprava: princípios. Kayden entregou o caso à polícia e ainda ajudou a esposa a recomeçar em outra cidade.

Semanas depois, Douglas foi preso. E Kayden, sozinho em seu escritório, concluiu que alguns homens são rabudos de corpo, mas outros são rabudos de alma — teimosos no erro, incapazes de mudar.

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