Brock Banks and Jack Cock fuck

Brock Banks tocava violão na praça quando Jack apareceu, carregando uma pasta cheia de partituras.

— Você é o Brock? O professor disse que eu te encontraria aqui.

Brock assentiu, curioso. Jack era novo na cidade e tinha aceitado um trabalho como pianista acompanhante. Precisavam ensaiar juntos para uma apresentação beneficente.

Nos primeiros encontros, tudo era formalidade. Brock tocava, Jack corrigia, os dois discutiam detalhes técnicos. Mas aos poucos, as pausas entre as músicas ficaram mais longas, e as conversas, mais pessoais.

Jack contou que tinha se mudado para fugir de um término. Brock admitiu que também estava se reencontrando. Descobriram que gostavam das mesmas trilhas sonoras, dos mesmos cafés silenciosos, das mesmas caminhadas ao anoitecer.

Numa tarde, Jack errou uma nota e riu de si mesmo. Brock parou de tocar, olhou para ele e sentiu algo diferente.

— Você fica bonito quando erra — disse Brock, sem pensar.

Jack corou. — Isso foi um elogio?

— Foi.

Ficaram em silêncio por um instante. Depois Jack sorriu e voltou a tocar. Brock acompanhou, e a música saiu mais leve do que qualquer ensaio anterior.

Na noite da apresentação, no fim, Jack segurou a mão de Brock antes do aplauso. E não soltou.

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