Franco Arias bottoms for Jordan Starr

O estúdio de fotografia estava deserto, mas Franco Arias e Jordan Starr não estavam ali para poses. Jordan, um loiro rabudo de olhos felinos, já havia trancado a porta quando Franco entrou, o tesão estampado em cada movimento.
“Demorou”, murmurou Jordan, puxando Franco pela camisa. O sexo gay amador deles sempre começava assim: urgente, bruto, uma putaria sem compromisso.
Franco, dotado e de sorriso safado, deslizou as mãos pelo corpo de Jordan, sentindo cada curva. Libertou o pênis do parceiro, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é perfeita”, sussurrou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Jordan, e o sexo começou com gemidos que ecoavam no estúdio vazio.
A transa mudou quando Jordan virou Franco contra o fundo branco. A pica de Franco encontrou o caminho, e a foda foi intensa, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Jordan pedia mais, e Franco entregava tudo, cada estocada uma promessa de prazer infinito.
O sexo gay deles não era sobre amor, mas sobre pura necessidade. Quando ambos explodiram em prazer, as luzes do estúdio pareciam tremer.
Jordan caiu ofegante, sorrindo. “Você é demais, Franco.”
Franco riu, beijando sua nuca. “Até a próxima transa, Jordan Starr. Não me faça esperar.”



