Adam Russo and Apollo Fates – fucking and sucking

O camarim estava às escuras, mas o tesão entre Adam Russo e Apollo Fates iluminava o ambiente. Apollo, dotado e de sorriso provocante, empurrou Adam contra a bancada de maquiagem. O sexo gay amador começou com beijos ávidos, mãos explorando corpos e a putaria tomando conta.

Adam, rabudo e flexível, sentiu a rola de Apollo pressionar sua coxa, uma pica grossa que já pulsava. Ajoelhou-se, deslizando os lábios pela extensão daquele pau, sentindo cada veia contra a língua. Apollo gemeu, segurando os cabelos de Adam, guiando a foda oral com gemidos roucos.

Mas Adam queria mais. Virou-se, apoiou as mãos no sofá e ofereceu seu rabudo à pica de Apollo. A penetração foi uma explosão: Apollo enterrou a rola inteira, cada estocada mais funda que a anterior. O som molhado da transa preenchia o camarim, enquanto o pênis de Apollo encontrava o ponto exato que fazia Adam delirar.

O sexo era sujo, visual, uma dança de dominação. “Me fode”, Adam pedia, e Apollo atendia com fúria, aumentando o ritmo. A pica deslizava, quente, criando um vaivém hipnótico que levava ambos ao limite.

Quando gozaram, foi junto: Apollo jorrou dentro de Adam, enquanto o rabudo se contraía ao redor da rola, leitando-se contra o sofá. Ofegantes, trocaram olhares cúmplices. O camarim cheirava a sexo, e aquela transa ficaria marcada para sempre.

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