Rhyheim Shabazz impales Tate Hoskins

Rhyheim Shabazz e Tate Hoskins se encararam no corredor do motel. A sacanagem começou antes de entrarem no quarto — mãos nos zíperes, beijos roubados. Tate, magro e ousado, sussurrou:
— Dizem que você é dotado, Rhyheim. Vou descobrir hoje.
Rhyheim o empurrou contra a porta:
— Você nem sabe o que te espera, putinho.
A foda foi selvagem. Tate se ajoelhou, Rhyheim segurou seus cabelos com força. Os dois eram safados, sacanas que adoravam putaria. Tate pedia mais, arranhando as costas de Rhyheim, que ria e aumentava o ritmo.
— Assim, seu sacana — gemia Tate.
— Aguenta, putinho — respondia Rhyheim, com um tapa na bunda de Tate.
O sexo foi intenso, suado, cheio de gemidos e sussurros obscenos. Quando acabaram, caíram na cama, exaustos.
Tate, com o peito ofegante, murmurou:
— Você é o maior safado que já conheci.
Rhyheim acendeu um cigarro:
— E você adora, putinho. Amanhã tem mais.
Tate riu, mordendo o ombro dele:
— Pode apostar, sacana.
E apagaram a luz, prontos para a próxima rodada de putaria.



