Viktor Rom pounds Alfonso Osnaya

O toque de Alfonso na nuca de Viktor era fogo lento. A chuva batia na janela enquanto eles se perdiam em olhares que diziam tudo. Viktor puxou Alfonso pela cintura, sentindo seu calor. “Fica”, pediu, a voz rouca. Alfonso obedeceu, deslizando os dedos pelo peito do outro. O quarto era só deles — sem pressa, sem palavras, apenas pele e desejo. A madrugada os encontrou entrelaçados, como se o tempo tivesse parado para testemunhar aquele amor que não precisava de nome, só de entrega.




