Teddy Torres Double Penetrated by Igor Lucios and Ricky Hard – RFC

O sol já tinha descido quando Teddy Torres parou a caminhonete na frente do ferro-velho. Desligou o motor e esperou.
— Vem — disse Igor Lucios, abrindo a porta. — Tá lá dentro.
Teddy desceu, as botas afundando na terra molhada. O cheiro de ferrugem e mato queimado enchia o ar.
Ricky Hard estava sentado num sofá rasgado no meio dos carros, uma garrafa na mão, os olhos perdidos em algum lugar entre as sucatas.
— Trouxe visita — Igor anunciou.
Ricky não respondeu.
Teddy sentou num pneu ao lado.
— Três meses — Teddy disse. — Três meses sem notícia.
— Tô aqui — Ricky respondeu, a voz pastosa.
— Aqui não é lugar.
— É o meu lugar.
Igor encostou num fusca sem rodas, braços cruzados.
— Brigou com a mulher de novo?
Ricky levantou a garrafa.
— Briguei com o mundo. Ela só tava no meio.
Teddy pegou a garrafa da mão dele, virou um gole e devolveu.
— Vai voltar?
— Não sei.
— Então fica mais um pouco. Mas amanhã a gente volta aqui e te tira desse sofá na porrada.
Ricky quase sorriu.
— Vocês dois são chatos.
— E você é burro. Mas a gente gosta de você mesmo assim.
O silêncio caiu. O mato farfalhava com o vento.
Ricky levantou, cambaleando.
— Me leva pra casa?
Teddy levantou também.
— Sobe na carroceria.
— Por quê?
— Porque você fede a cachaça.
Ricky riu, dessa vez de verdade.
Igor abriu a porteira.
— Vamo embora antes que eu mude de ideia.
A caminhonete arrancou na noite, três homens e um monte de silêncio.






