Jake Nicola & Teddybears Fuck in the Kitchen

Jake Nicola não gostava de bares barulhentos, mas seu amigo insistiu. Foi lá que viu *ele*: um homem imponente, com uma barba bem cuidada e os braços cobertos de tatuagens intrincadas, sentado sozinho no canto. E nas mãos habilidosas que seguravam uma caneca de cerveja escura, ele cuidadosamente costurava a perna solta de um pequeno ursinho de pelúcia.
O contraste era tão absurdo e tão genuíno que Jake foi puxado como por um ímã. “Operação de resgate?”, perguntou, apontando para o bicho.
O homem ergueu os olhos, cor de avelã. “Teddy. Ele caiu da mochila da minha sobrinha hoje. Não posso devolvê-lo na enfermaria.”
“Jake”, apresentou-se, sentando-se. “Posso ajudar? Já costurei alguns livros.”
Uma hora depois, o ursinho estava recuperado, a segunda rodada de cerveja vazia e as histórias de vida, entrelaçadas. Jake descobriu que o tatuador se chamava Theo, mas seu apelido na escola, que grudou, era “Teddybear”.
Theo riu, um som suave. “Então, Jake. Você conserta livros. E pessoas?”
“Estou começando a pensar”, Jake sorriu, seus dedos encontrando os de Theo sob a mesa, ao lado do urso de pelúcia remendado, “que talvez eu possa começar com uma.”




