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Apollo Fates & Blaze Austin – Hand It To You, Scene 2

Na pacata Hearthaven, Blaze Austin mantinha o único farol. Seu serviço era metódico, solitário: acender a luz ao anoitecer, apagá-la ao amanhecer. Era o guardião do porto, um homem que confiava apenas no que seus olhos podiam ver e em suas mãos podiam tocar.

Apollo Fates era seu oposto completo. O novo cartógrafo da cidade não mapeava costas, mas correntes de ar, caminhos de sombras e as rotas supostamente percorridas pelos sonhos. “Mapas são sobre possibilidades, não sobre limites”, ele dizia a Blaze, que revirava os olhos.

Uma noite de nevoeiro espesso, o farol apagou. Blaze, em pânico, lutava com os mecanismos enferrujados na escuridão cega. Foi então que Apollo apareceu, não com uma lanterna, mas com seu estranho mapa de ventos. “O nevoeiro aqui”, apontou, “segue o rio de ar frio. Acenda um fogo no penhasco sul. O calor vai criar uma corrente ascendente e abrir um canal de visão.”

Cético, mas desesperado, Blaze obedeceu. Logo, uma coluna de ar quente rasgou o nevoeiro como uma cortina, revelando as luzes dos navios. Blaze olhou para Apollo, que sorria diante de seu mapa vivo. O guardião do concreto e o cartógrafo do invisível perceberam, naquela noite, que alguns caminhos só se revelam quando se tem a coragem de ler o mapa que está escrito no ar.

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