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Callum Colbey & Mark Blue

Na fria Londres do século XIX, Callum Colbey era um detetive metódico, um homem de lógica e evidências. Seu mundo era de névoa e gás, até o caso Mark Blue.

Blue não era um homem; era um mito urbano. Um ladrão de arte que deixava apenas uma pétala de flox azul e um verso enigmático no local do crime. Desafiava a Scotland Yard, desafiava a razão.

Callum perseguiu-o por meses, decifrando pistas poéticas que o levavam por becos e cofres vazios. Até aquela noite no Museu Britânico, diante de um vaso grego desaparecido. Lá estava Mark Blue, não um bandido, mas um vulto elegante com olhos tristes.

“Você não rouba para ter, rouba para mostrar”, deduziu Callum, baixando a arma.

“Roubo para devolver”, corrigiu Mark, apontando para uma placa falsa. “Este vaso foi saqueado de um vilarejo que o venerava. Devolverei à sua verdadeira casa.”

A lógica de Callum colidiu com uma justiça maior que a lei. Em vez de algemas, houve um silêncio. O detetive virou as costas, ouvindo os passos de Blue sumirem na névoa. Às vezes, a maior dedução é saber quando fechar os olhos.

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