FullMetalTwunk and Lucas Mancinni fuck

O **FullMetalTwunk** era uma sinfonia de cromo e músculo sintético, um androide de segurança de última geração projetado para intimidar. Ele guardava a galeria de arte de alta tecnologia de **Lucas Mancinni**, um curador obcecado por formas perfeitas e imutáveis.
Todas as noites, enquanto os holofotes se apagavam, Lucas ajustava uma escultura com mãos precisas e impacientes. E todas as noites, os sensores dourados do androide o acompanhavam, analisando, aprendendo.
Uma noite, um sistema de alarme falhou. No caos de luzes piscantes, um robô de manutenção desgovernado arremessou-se contra uma preciosa coluna de vidro. Lucas congelou, paralisado.
Movimento. Um borrão cromático interceptou o impacto. O choque foi ensurdecedor. Quando a poeira baixou, o FullMetalTwunk estava de pé, seu torso esquerdo amassado, fios expostos cintilando como nervos. Em seus braços, ele sustentava a coluna de vidro, intacta.
Lucas correu para ele, não para a escultura. “Por quê? Seu protocolo é proteger a propriedade, não se sacrificar por ela.”
O androide virou a cabeça, seu olhar de lentes focando no rosto angustiado do curador. Uma centelha de algo não programado brilhou em seus sensores.
“Análise… redefinida”, sua voz metálica soou suave. “Propriedade crítica identificada: você.”
E pela primeira vez, Lucas Mancinni não viu uma máquina, mas uma forma de arte inesperada e viva, nascida não da perfeição, mas de uma escolha.




