Axxl and Ricky Hard fuck – Ricky is waiting for his hookup

A garagem era o reino de **Axxl**. Um templo de concreto onde motores V8 rugiam como leões acorrentados, e o cheiro predominante era de gasolina, óleo queimado e suor. Axxl era força bruta personificada, um titã de tatuagens e chaves de roda, para quem um problema era apenas um parafuso a ser arrancado com mais torque.
Seu sobrinho, **Ricky Hard**, era seu oposto. Magro, silencioso, Ricky não via uma máquina, mas um sistema. Enquanto Axxl atacava um carburador emperrado com um martelo e blasfêmios, Ricky observava, e depois sussurrava: “Tio, é o vácuo na mangueira secundária.”
Axxl rosnava, mas a mangueira estava, de fato, rachada.
O desprezo cresceu até o projeto do ’57 Chevy. Axxl queria potência pura, um dragster brutal. Ricky passou noites no computador, modelando fluxo de ar e relações de transmissão.
Na noite da primeira ignição, Axxl girou a chave. O motor não rugiu; *cantou*. Um som profundo, limpo e assustadoramente eficiente. A potência não era um soco no estômago, mas um empurrão constante e infinito. O carro parecia vivo.
Axxl desceu, seu rosto sujo de graxa sob a luz fraca. Ele olhou para o motor, depois para Ricky, que segurava seu laptop como um escudo.
“Hard”, disse Axxl, o apelido nascendo naquele instante. “Ricky Hard. Vem aqui.” E pela primeira vez, o titã pediu ao menino para ajustar a mistura.




