DumbAmericano fucks a twink before giving him a facial

O nome dele no app era “DumbAmericano”, uma piada sobre sua luta épica para aprender português. Sofia, barista carioca, ria toda manhã com seus pedidos tortos: “Um café, por favor, com leite e… paciência?”
Ele aparecia pontualmente, caderno rabiscado na mão. As lições começaram no balcão, migrando para os fins de tarde na praia, onde ele tropeçava nas conjugações verbais e ela se perdia no azul intenso de seus olhos.
Um dia, ele não apareceu. Sofia sentiu um vazio estranho no lugar do riso habitual. Na manhã seguinte, ele chegou com um rolo de papel e um sorriso tímido. Desenrolou-o no balcão: era um mapa ilustrado do Rio, com frases em português meticulosamente escritas em cada ponto turístico.
No coração do Cristo Redentor, estava escrito: “Aqui, mesmo com medo de altura, eu subiria por você.” No Pão de Açúcar: “Aqui, aprenderia todos os idiomas para dizer teu nome.” E no endereço da cafeteria: “Aqui, um americano bobo se apaixonou. E finalmente entendeu a única palavra que importa: ‘Sofia’.”
Ele nem precisou falar. Ela só apontou para o próprio coração no mapa e sorriu. “Aqui também.”




