Eli Bliss pounds Jordyn Franco

Eli Bliss acreditava que a felicidade era uma receita: flores no jardim, paz no coração, rotina suave. Até que Jordyn Franco explodiu em sua vida como um festival de cores inesperado.
Jordyn pintava murais na cidade, deixando riscos de tinta azul por onde passava. Um dia, parou diante do meticuloso jardim de Eli. “Tão perfeito que quase não parece real”, disse, com um sorriso que desafiava a lógica.
Contra toda sua natureza, Eli convidou a tempestade criativa para entrar. Em troca de mudas de lavanda, Jordyn ofereceu lições de pintura. Tinta respingou nas roseiras, terra manchou as calças de Jordyn. Ele aprendeu a misturar cores; ela, a esperar o broto.
No dia em que a primeira rosa desabrochou ao lado do mural concluído, Eli percebeu. A verdadeira felicidade não era a ordem impecável, mas a beleza selvagem e imprevista que cresce quando se permite que outro colorisse sua vida. E naquele jardim, agora compartilhado, a paz de um completou a paixão do outro.




