Chris Stewart fucks Ricky Lee

Chris Stewart era ordem: livros por altura, xícaras alinhadas, coração guardado. Ricky Lee era caos: tintas abertas, risadas altas, sorrisos fáceis.
Ricky invadiu a vida de Chris como um furacão de cores, deixando um pincel esquecido na toalha impecável, uma jaqueta largada no sofá. Chris, irritado, recolhia cada objeto, tentando restaurar o equilíbrio. Até perceber que o vazio que tanto ordenava era apenas… vazio.
O momento da queda foi simples. Ricky pintava a parede do corredor, manchando a si mesmo e ao chão. Chris, ao invés de reclamar, pegou um pincel e, timidamente, acrescentou um traço azul à obra. Ricky parou, seu sorriso usual substituído por algo mais suave, mais verdadeiro.
“Combina com seus olhos”, sussurrou Ricky.
A ordem de Chris encontrou propósito no caos de Ricky. Não se tratava de consertar um ao outro, mas de criar juntos um novo tipo de equilíbrio, mais vivo e vibrante. O amor não era perfeição estática, mas a bela e imprevisível obra de arte que pintavam a cada dia, juntos.




