Nero Jones, Chase Lazz and Mark Lax – fucking

Era Chase quem Nero amava, mas eram as mãos de Mark que consertavam seu coração partido. Chase Lazz era furacão: paixão intensa e promessas esquecidas. Nero Jones se perdeu nele, até sobrar só cacos.
No silêncio que veio depois, Mark Lax apareceu. Não com tempestade, mas com paciência de rio. Trazia sopa nos dias frios, um café exatamente como Nero gostava, e um olhar que reparava as rachaduras sem precisar apontá-las.
Uma tarde, vendo Mark consertar com cuidado a cerca do velho jardim, Nero entendeu. Chase prometeu mundos, mas quem construía um porto seguro era Mark. O amor, percebeu, não era grito que ecoa e some. Era voz baixa no escuro, mão estendida no dia comum, presença que se faz lar.
Nero tocou o ombro de Mark, interrompendo seu trabalho. Quando seus olhos se encontraram, não foram necessárias palavras. O sol da tarde dourava a cerca reparada, e ali, no jardim finalmente inteiro, um novo começo florescia, tranquilo e forte.




