Daddy Nicholas Ryder fucks his boys – with Skylar Finchh and Dakota Lovell

Skylar Finchh colecionava sons: o estalar da calçada quente, o sussurro dos pássaros ao anoitecer. Dakota Lovell colecionava silêncios: as pausas entre as palavras, o vazio após a última nota de uma canção.
Skylar morava no apartamento de cima; Dakota, no de baixo. O som dos passos de Skylar no assoalho de madeira era o ritmo noturno de Dakota. O silêncio profundo de Dakota, durante horas, era a melodia constante que Skylar tentava decifrar.
Um dia, um apagão geral os trouxe para o hall escuro do prédio ao mesmo tempo. Skylar, assustada, soltou um “Oh!” de surpresa. Dakota, na escuridão, riu — um som raro e quente que preencheu o vazio.
“Finalmente um som que vale a pena guardar”, disse Skylar.
“Finalmente um silêncio que faz sentido”, respondeu Dakota.
No escuro, ele a guiou pela escada com sua voz calma. Ela preencheu seus espaços quietos com histórias. Quando a luz voltou, estavam sentados no degrau do meio, mãos entrelaçadas.
Skylar percebeu que o som mais bonito era a respiração calma de Dakota ao seu lado. Dakota descobriu que o melhor silêncio era aquele compartilhado, cheio de presença. E no apartamento do meio-termo que começaram a construir, coleções se fundiram: agora eram feitas de pequenos ruídos partilhados e de quietudes preciosas, sempre a dois.




