Valdemar Santana fucks CallMeMrKent

No estúdio iluminado, CallMeMrKent ajustava a câmera para uma nova série: “A Ciência da Arte Marcial”. Seu convidado, porém, era uma lenda viva. Valdemar Santana, com seus mais de oitenta anos, parecia esculpido em ébano, uma montanha de serenidade.
“Mostre-me o movimento que derrubou Hélio Gracie”, pediu Kent, cético.
Valdemar não se moveu. “A queda não foi um golpe, foi uma árvore cedendo à tempestade. A força não está aqui”, disse, apontando para o próprio braço. “Está no chão que você pisa e no ar que você respeita.”
Frustrado, Kent desligou a câmera. “Preciso de algo visual!”
Valdemar então ergueu uma mão aberta. “Veja. A mão que machuca é a mesma que acaricia. Você, que fala para milhares, não vê que sua força é a conexão, não o clique?”
Kent ficou em silêncio, as métricas de engajamento desvanecendo em sua mente. Pela primeira vez, ele não via um conteúdo, mas um diálogo. A lenda não havia vindo demonstrar um golpe, mas plantar uma semente. A verdadeira luta, percebeu o criador, não era vencer o outro, mas entender a si mesmo.




