Giovane Maximo and Philipe Coutinho fuck

O estádio fervia, um caldeirão de esperança e desespero. Nos acréscimos, o jogo estava empatado. Giovane Maximo, o veterano atacante com pernas pesadas e coração de leão, recebeu a bola no meio-campo. Ele viu, mais do que espaço, uma promessa não cumprida.
Décadas atrás, em um campinho de terra em Nova Iguaçu, Giovane havia prometido a um garoto magricela chamado Philipe Coutinho que um dia lhe daria a bola em uma final. O destino os levou por caminhos diferentes, mas nunca quebrou aquele laço.
Agora, Philipe, o craque criativo, corria pela direita, marcado por dois homens. Giovane, contra tudo, não chutou. Com um toque sábio que parecia desafiar o tempo, ele rolou a bola no gramado, um passe perfeito no pequeno espaço entre os defensores.
Philipe a controlou como se fosse um presente. Um drible, um corte para dentro, e um arremate curvo e inevitável que silenciou o estádio antes de explodir em êxtase.
No abraço comemorativo, o suor e as lágrimas se misturaram. Giovane sussurrou no ouvido do ídolo: “A promessa está cumprida, garoto.”
Philipe sorriu, o menino de volta aos olhos. “Sempre soube que chegaria, velho.”
Era mais que um gol. Era uma história fechando seu círculo perfeito no último suspiro.




