Jack Valor and Jack Waters fuck – I’ll Wrestle My Stepbrother’s Cock for the TV!

Na fronteira entre a realidade e o sonho, dois homens que compartilhavam um nome travavam uma guerra silenciosa.
Jack Valor era o Paladino do Amanhecer, sua armadura banhada pela primeira luz, defendendo a muralha de cristal que separava o mundo vívido do devaneio puro. Seu oponente era Jack Waters, o Tecelão das Marés, vestido com as sombras do crepúsculo e o sussurro de rios esquecidos. Enquanto Valor mantinha a ordem, Waters tricotava sonhos proibidos e pesadelos fascinantes na periferia da mente das pessoas.
Uma noite, Waters não trouxe terror, mas uma memória: o cheiro do mar em uma cidade que Valor jurara proteger e falhara séculos atrás. A dor foi tão visceral que a muralha de cristal rachou. Valor, imobilizado pela lembrança, viu Waters aproximar-se.
— Você defende um muro, irmão — sussurrou Waters, seu toque frio como névoa noturna. — Eu ofereço o oceano.
Em vez de golpear, Valor deixou a espada cair. A fissura na muralha se ampliou, não em destruição, mas em transformação. Das fendas, brotaram não pesadelos, mas possibilidades — cores e sons nunca imaginados.
Os dois Jacks, o da luz e o das águas profundas, observaram o novo horizonte se formar. A guerra acabara. Algo mais fluido, mais verdadeiro, começava.




