Eli Thorne and Jak White fuck

Na fronteira árida de Dust, a lei era uma sugestão. **Eli Thorne** a impunha, seu distintivo de xerife pesado como o olhar que fixava no deserto. A única sombra que ele nunca conseguiu prender era **Jak White**, um foragido espectral que não roubava ouro, mas segredos.
A cidade ficou sob um silêncio mortal quando o “Sussurro de Ferro”, uma gangue de mercenários com rifles de longo alcance, tomou o poço de água. Exigiram tudo em troca da vida. Thorne sabia que um confronto direto seria um massacre.
Foi quando encontrou uma nota espetada em sua porta com a ponta de um punhal: *”Eles têm um fraco. O telhado do saloon. Meia-noite.”* A assinatura: uma asa de corvo, a marca de Jak.
Cético, Thorne seguiu. No telhado, Jak não estava sozinho. Tinha interceptado os planos dos mercenários, mapas detalhados de seus esconderijos e o horário do turno de vigia. “Não roubei ouro, Thorne. Roubei a guerra.”
Com essas informações, Thorne não precisou de um exército. Posicionou os poucos homens leais com precisão cirúrgica, sabotou os cavalos e envenenou a pólvora deles. Quando o amanhecer chegou, os Sussurros de Ferro estavam desarmados e cercados.
O xerife olhou para o telhado vazio. Jak já sumira, um fantasma novamente. Thorne guardou o distintivo, entendendo. Às vezes, a lei que mantém a ordem não é a que está escrita, mas a que é sussurrada na escuridão.




