Kayden Gray fucks Daniel Zambrano

A cidade adormecida sob a neve era a tela perfeita para o trabalho de Kayden Gray. Ladrão de arte, movido pelo desafio, não pelo lucro, ele agora fitava o alvo final: “O Suspiro de Kether”, pendurado na mansão Zambrano.
Os sensores eram brincadeira de criança. O cofre, uma elegante charada. Kayden sorriu, deslizando a pintura do cavalete. Foi então que as luzes se acenderam.
Daniel Zambrano, de roupão, não parecia surpreso. “Gray. Estava esperando por você.” Ele serviu dois conhaques. “Você roubou minha Degas em Paris. Minha escultura minóica em Creta.”
“E agora, a peça principal,” Kayden retrucou, mantendo a pose.
“Esta?” Daniel riu, um som seco. “É falsa. A original está no meu quarto. Publiquei este desafio em fóruns obscuros, sabendo que você viria.”
Kayden sentiu o sabor amargo da derrota.
“No fundo, somos iguais,” Daniel continuou. “Colecionadores de beleza inalcançável. Trabalhe para mim. O mundo está cheio de ‘Kethers’ falsos esperando por nós.”
E, naquela noite silenciosa, entre a mentira e a verdade, nasceu a parceria mais perigosa que o mundo da arte jamais conheceria.




