Andy Zane fucks Nelso Garcia

Andy Zane olhou para o horizonte de aço da cidade, sentindo o vazio habitual. Ele era um mero espectador de sua própria vida. Tudo mudou quando Nelson Garcia entrou em sua loja de consertos, carregando um violão antigo e um sorriso que parecia desafiar a cinza das nuvens.
“Precisa de um ajuste nas cravelhas, mas o mais importante é o som”, disse Nelson, seus dedos deslizando suavemente pelas cordas, extraindo uma melodia quente que fez o coração de Andy acelerar.
Naquele dia, Nelson não levou apenas o violão. Convidou Andy para ouvi-lo tocar no metrô. Sob a abóbada de concreto, a música de Nelson não era fuga; era uma reafirmação da vida. Era sobre raízes distantes, amores perdidos e a coragem de recomeçar.
Andy, pela primeira vez, não apenas ouviu, mas *sentiu*. A música teceu uma ponte sobre seu isolamento. Quando Nelson acabou, estendeu a mão.
“O som da cidade é melhor com amigos, Andy.”
E Andy, segurando aquela mão áspera e verdadeira, sorriu. O vazio não havia desaparecido, mas agora havia uma trilha sonora para preenchê-lo, nota por nota.




