Theo Dore and Ram Sivan fuck – Discreet DL’s First Time

Na polvorosa Mumbai, Ram Sivan estava perto de alcançar a iluminação. Seu ashram era um oásis de silêncio, perturbado apenas pelo canto dos pássaros. Até que, do apartamento ao lado, explodiu uma cacofonia de sintetizadores e bateria eletrônica.
Era Theo Dore, produtor musical belga em crise criativa, tentando capturar o som do nirvana em um drop de trance. Os graves atravessavam as paredes.
Frustrado, Ram Sivan bateu à porta, pronto para uma reclamação milenar. Theo abriu, olhos fundos de insônia. “Estou tentando compor o som do absoluto”, desabafou.
Ram ficou intrigado. “O absoluto não tem som. Mas tem… vibração.”
Theo franziu a testa. “Mostre-me.”
Ram o levou ao ashram. Não falaram. Theo apenas respirou, sentiu o silêncio carregado. Não era vazio; era uma frequência.
De volta ao estúdio, Theo não replicou o silêncio. Criou um espaço dentro do som. Uma pausa expansiva no meio da batida, onde o ouvinte caía.
A música, “Moksha Drop”, virou um hino. Theo aprendeu o poder do vazio. Ram, por sua vez, passou a ouvir a música do mundo com novos ouvidos. Às vezes, o caminho para dentro começa com a batida errada do lado de fora.




