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The LV and Ryan Logan (daddygymrat) fuck after a dip – Part 1

O ar do Primal Strength Gym era denso, saturado com o cheiro de suor, cloro da piscina da sala ao lado e o som metálico de pesos sendo tombados. Em uma esteira perto do espelho, Ryan “Daddygymrat” Logan mantinha um ritmo implacável. Seu perfil era esculpido, sério, e seus vídeos online—sempre sem rosto, focados na execução perfeita e na filosofia do “trabalho silencioso”—tinham uma legião de seguidores. Sua vida era uma rotina imutável de disciplina: levantar, treinar, trabalhar remotamente como analista de segurança, cuidar de sua filha Lily às semanas alternadas, dormir. Repetir.

The LV era uma interrupção. Um furacão de lyrica colorida, riso alto e uma energia que parecia desafiar a gravidade dos halteres. Ela chegava para as aulas de cardio-boxe, transformando o canto sérgio da academia em uma pista de dança de socos e chutes. Ryan a observava de soslaio, entre séries, inicialmente irritado. Aquele barulho, aquela exposição… era tudo que ele desprezava. Ela parecia treinar para celebrar o corpo, não para dominá-lo.

O primeiro ponto de contato foi Lily. Em uma tarde em que Ryan estava com a filha, a menina de seis anos ficou fascinada com as meias listradas de arco-íris de The LV. “Princesa!”, Lily exclamou, apontando. The LV, em vez de seguir adiante, ajoelhou-se. “Rainha, querida”, corrigiu com um sorriso que chegava aos olhos. “As princesas esperam. As rainhas conquistam.” Em dez minutos, ela tinha Lily rindo, fazendo “flexões de princesa” no tapete. Ryan ficou parado, o coração apertado de um jeito que não tinha a ver com cardio.

Ele começou a notar outras coisas. Como The LV sempre recolocava os pesos que os outros deixavam para trás. Como ela sorria e cumprimentava o senhor idoso que apenas caminhava na esteira. Como sua força, por trás da alegria, era substancial e real—ele a viu fazer agachamentos com um peso que faria muitos homens hesitarem.

A barreira quebrou em um dia chuvoso. A academia estava quase vazia. Ryan, tentando um novo exercício para os ombros, falhou na repetição final. A barra pesada escorregou, e ele a agarrou com dificuldade, os músculos tremendo. Antes que pudesse se machucar, um par de mãos firmes, mas menores, apareceu ao seu lado, ajudando a guiar a barra com segurança até o suporte.

“Pesado demais para o ego hoje, Logan?”, a voz de The LV era suave, sem zombaria.

Ryan, ofegante, virou-se. Pela primeira vez, eles estavam cara a cara, sem a distância do espelho. Ele viu as sardas sobre seu nariz, uma pequena cicatriz na sobrancelha, a seriedade por trás do brilho nos olhos.

“LV significa alguma coisa?”, ele perguntou, para dizer algo, ainda recuperando o fôlego.

“Lauren Victoria”, ela respondeu. “Mas prefiro The LV. Soa como uma linha de luxo ou um super-herói. Você escolhe.”

Ryan sentiu um sorriso minúsculo, raro, tocando seus lábios. “Daddygymrat soa… menos impressionante.”

Lauren riu, um som que ecoou agradavelmente no espaço vazio. “Vi seus vídeos. Você fala sobre fundamentos. É… sólido.”

Era um elogio que ele valorizou mais do que qualquer número de likes. A partir daquele dia, suas rotinas paralelas começaram a se entrelaçar. Ele a observava no boxe; ela o observava no levantamento terra. Trocaram dicas: ela o ensinou a soltar os quadris, ele a ensinou a engajar o core. As conversas migraram para o smoothie bar, depois para caminhadas no parque com Lily, que adorava Lauren.

Ryan descobriu que a alegria de Lauren não era superficial, era uma fortaleza. Era a força que a mantinha de pé depois de perder os pais, de construir uma carreira como personal trainer do zero. Lauren descobriu que a quietude de Ryan não era frieza, era profundidade. Era a paciência de um homem que havia aprendido, através de perdas próprias, que o que importa são os alicerces—seja de um corpo, seja de uma família.

O amor se declarou não com palavras, mas com um ajuste. Ryan estava ajudando Lauren com sua técnica no deadlift. Suas mãos estavam sobre as dela, guiando a posição das costas. “Tá bom?”, ela sussurrou, concentrada.

“Tá perfeito”, ele murmurou de volta, seu rosto próximo ao dela. O olhar que trocaram não era de treinador e aluna. Era de reconhecimento total. A música alta da academia desapareceu. Era só o bater de seus corações, sincronizando o ritmo.

Mais tarde, na casa arrumada e minimalista de Ryan, com Lily dormindo no quarto ao lado, Lauren quebrou o silêncio. “Você sabe que eu não sou quieta, né? Nem sempre… conveniente.”

Ryan pegou a mão dela, virou a palma para cima e traçou a linha da vida com a ponta do dedo, caloso da alça dos pesos. “Eu sei. Mas você é real. E Lily… ela te vê como uma rainha.” Ele fez uma pausa, a emoção pesando as palavras. “Eu também.”

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